quinta-feira, 28 de maio de 2009

Inauguração da Sede de Campanha das Autárquicas 2009


Abriu no passado sábado a Sede de Campanha do Partido Socialista às Autárquicas 2009, com o debate "Europa: Desafios e Oportunidades". Este evento, contou com a presença dos nossos camaradas António Rodrigues e Edite Estrela, tendo sido uma tarde de discussão de assuntos muito importantes da vida dos alcanenenses. Edite Estrela, convidada a falar-nos da Europa, não deixou de comentar as incidências da política local, fazendo mesmo um paralelismo entre a candidatura da Fernanda Asseiceira com a sua à Câmara de Sintra, pedindo um voto de confiança em Fernanda Asseiceira por ser uma candidata competente, empenhada e com uma sensibilidade especial para resolver eficazmente os problemas reais que sentem as pessoas. António Rodrigues deu também o seu incondicional apoio a Fernanda Asseiceira, referindo que está na hora dos dois se sentarem à mesa como presidentes de Câmara e procurarem em conjunto o desenvolvimento dos dois municípios que possuem uma área comum, um tesouro como referiu, capaz de ser o motor do crescimento da região, soltando a frase "está na hora dos dois concelhos deixarem de estar de costas voltadas".
Em relação às europeias, Edite Estrela reafirmou a importância do voto no próximo dia 7, dada a importância que o projecto europeu assume nas nossas vidas e que elegerá o seu parlamento nesse acto eleitoral, onde estará "sempre a defender os interesses de Portugal, porque antes de ser europeia sou portuguesa."



terça-feira, 12 de maio de 2009

Vital Moreira defende mais esquerda e mais PS na Europa

Vital Moreira esteve no Domingo em Torres Novas com jovens Socialistas de Alcanena

O cabeça-de-lista do PS às eleições europeias considerou que “a maioria de direita” na União Europeia contribuiu para um retrocesso e defendeu “um novo rumo”, com mais protecção social. Durante a apresentação do manifesto eleitoral da candidatura do PS, Vital Moreira prometeu empenhar-se na construção de “uma nova Europa social”, em facilitar a circulação de pessoas e a procura de emprego por parte dos cidadãos europeus no conjunto dos estados-membros.“Precisamos de um novo rumo, de um novo paradigma que assente na economia social de mercado, numa nova Europa social, nos valores da igualdade e da solidariedade, em mais democracia e mais cidadania na UE. Esta é a nossa alternativa para um novo rumo para a Europa”, concluiu, apelando a “mais esquerda” e a “mais PS na Europa”.Defendendo que é preciso elevar os padrões de protecção social na UE, em vez de estimular “uma competição entre Estados-membros por uma protecção social reduzida”, Vital Moreira comprometeu-se a recuperar a proposta sobre licença de paternidade apresentada pela eurodeputada do PS, Edite Estrela.Vital Moreira considerou ainda necessário “agilizar” a liberdade de circulação de pessoas na UE, tornando mais fácil as pessoas mudarem-se para qualquer outro estado-membro “à procura de melhor vida”: “Quando formos capazes de circular por essa Europa fora como se fosse a nossa terra, então teremos uma verdadeira cidadania, uma verdadeira identidade europeia”, considerou.O cabeça-de-lista do PS às eleições de 7 de Junho para o Parlamento Europeu defendeu, por outro lado, a ratificação do Tratado de Lisboa, dizendo que só pelo reforço dos direitos fundamentais esta já se justifica.

Sócrates reafirma importância da maioria absoluta

José Sócrates discursa em Torres Novas

O secretário-geral do PS, José Sócrates, disse hoje, em Torres Novas, que o Bloco Central "é uma ilusão", reafirmando que a maioria absoluta para o PS é "a melhor forma de garantir a estabilidade política e ajudar as pessoas a enfrentar a crise"."Isso é tudo uma ilusão. O que está em jogo nas eleições legislativas é o dilema de sempre: ou as pessoas escolherão o que é o centro-esquerda (a política do PS), ou escolhem o bloco de política de direita. Isto é o que realmente está em jogo", afirmou, no final de uma sessão da campanha eleitoral para as europeias de 7 de Junho, em que esteve ao lado do cabeça de lista Vital Moreira. Para José Sócrates, o país vive uma situação de grande dificuldade e incerteza, não sendo preciso "somar incerteza política àquilo que é já incerteza económica". "A melhor forma de garantir a estabilidade política e que o Estado faz alguma coisa para ajudar as pessoas a enfrentar a crise é dar uma maioria absoluta ao PS", não para "ter mais poder, mas para garantir melhor um Governo forte", afirmou. "O PS já mostrou o que quer fazer e como quer responder à crise e a nossa forma de responder é pôr o Estado a ajudar as famílias, as empresas, a proteger o emprego e a fazer mais investimento público", declarou, acusando a direita de propor "não fazer nada", porque "sempre teve um programa de reduzir o peso do Estado, sempre teve um programa, que agora está meio escondido, de privatização na Segurança Social, na Saúde e em todos os serviços públicos". "Também é esta opção que está em causa, entre aqueles que à escala europeia querem fazer alguma coisa, responder à crise, e aqueles que acham, por preconceito ideológico, que o melhor é que os Estados nada façam, porque se fizerem alguma coisa têm medo que o Estado tenha um peso maior na Economia", afirmou.

Apresentação de candidatos em Moitas Venda


Apresentação no Espinheiro