terça-feira, 20 de abril de 2010

Comemorações do 36º aniversário do 25 de Abril

Será assinalado nos próximos dias 24 e 25 de Abril, em Alcanena,  o 36º aniversário do 25 de Abril!

Entre as diversas iniciativas que compõem o programa das Comemorações, terá lugar a Sessão Solene Pública no Salão Nobre dos Paços do Concelho, com intervenções do Presidente da Assembleia Municipal, da Presidente da Câmara Municipal, assim como do representante do Partido Socialista, bem como dos demais partidos que compõem a Assembleia Municipal.




segunda-feira, 12 de abril de 2010

Fernanda Asseiceira reeleita presidente da CPC

O acto eleitoral do passado dia 9 de Abril para a nova Comissão Política Concelhia do PS de Alcanena, reelegeu Fernanda Asseiceira  na liderança dos destinos da concelhia.

terça-feira, 23 de março de 2010

Eleições na Concelhia de Alcanena

A Concelhia do PS de Alcanena irá a eleições no próximo mês de Abril para eleger próxima Comissão Política Concelhia. O acto eleitoral decorrerá no dia 9 de Abril das 17 às 21 horas.

PEC - Programa de Estabilidade e Crescimento

“Estas medidas são justas e necessárias e têm como objectivos relançar a economia e equilibrar as finanças públicas e defender a credibilidade e a confiança na economia portuguesa».

José Sócrates

PEC: Linhas Gerais - Download do (PDF) ...http://www.ps.pt/images/stories/pdfs/pec2010_2013.pdf

segunda-feira, 12 de outubro de 2009

VENCEMOS!

Ontem foi um grande dia para o PS, ontem foi um grande dia para Alcanena!
Recuperámos a Câmara de Alcanena com um resultado estrondoso de 45,59% (3.914 votos) que deu ao PS a maioria absoluta para os próximos 4 anos. O trabalho, a persistência, a preocupação, a atenção dos últimos anos de Fernanda Asseiceira foi agora recompensado com a sua eleição para Presidente da Câmara de Alcanena! Parabéns Presidente! Parabéns PS

segunda-feira, 28 de setembro de 2009

PS VENCE ELEIÇÕES LEGISLATIVAS


O Partido Socialista teve ontem um voto inequívoco de confiança dos portugueses que o elegeram para continuar a governar Portugal!
José Sócrates afirmou, no discurso de vitória nestas eleições legislativas, que “o PS obteve uma extraordinária vitória eleitoral", dizendo que o povo português fez uma "escolha clara, sem ambiguidade”: “o povo português quer que o PS continue a governar Portugal”.
Já Manuel Alegre defendeu que os resultados das eleições legislativas provam que Portugal "está perante uma vitória significativa do PS e de José Sócrates".
"Quero salientar o mérito pessoal e político de José Sócrates, porque o PS partiu para estas eleições legislativas numa situação de desvantagem. O PS tinha perdido as eleições europeias, houve uma campanha pessoal contra José Sócrates, havia descontentamento, mas o PS deu a volta à situação", sublinhou Manuel Alegre.O histórico socialista sustentou ainda que o novo executivo e os socialistas no Parlamento "têm de dialogar": "É preciso que haja diálogo político e institucional com as forças políticas representadas na Assembleia da República. Governar quatro anos dependerá do talento do Governo e da maioria, mas também do sentido de responsabilidade das forças da oposição".

Resultados Nacionais
PS
36,56%
2.068.665
PPD/PSD
29,09%
1.646.097
CDS-PP
10,46%
592.064
B.E.
9,85%
557.109
PCP-PEV
7,88%
446.174
Abstenção (não votaram 3.678.536)
39.4%
RESULTADOS ALCANENA

PS
2738
32.74%
PSD
2411
28.83%
CDS-PP
975
11.66%
BE
929
11.11%
CDU
736
8.80%

quinta-feira, 10 de setembro de 2009

A política de verdade revisitada


via Câmara Corporativa by Miguel Abrantes on 8/27/09


Não tive tempo para mais: eis uma breve lista de incumprimentos do Governo Durão Barroso / Manuela Ferreira Leite face ao seu Programa de Governo:



• Desenvolvimento e ultimação da informatização dos tribunais e a sua ligação em rede (p. 38) – não fizeram; o actual Governo é que investiu fortemente nesta área;

• Revisão do regime de segredo de justiça, com a sua restrição ao período nuclear da investigação (p. 44) – não fizeram; só na actual legislatura é que o regime do segredo de justiça foi alterado;

• Despenalização da área das transgressões (p. 44) – não fizeram; só na actual legislatura é que se acabou definitivamente com as transgressões;

• Aposta na descentralização do Estado e reforço da desconcentração dos serviços públicos (p. 47) – não fizeram;

• Extinção da figura do governador civil (p. 54) – não fizeram;

• Simplificação e agilização dos processos de criação de empresas (p. 69) – não fizeram; o actual Governo é que criou a Empresa na Hora;

• Execução das infra-estruturas rodoviárias que completem a rede fundamental de acessibilidades às áreas metropolitanas de Lisboa e do Porto e às cidades de média/grande dimensão (p. 78) – não fizeram; o actual Governo é que o está a fazer (Eixo Norte/Sul, CRIL, Concessão Grande Lisboa, etc.);

• Construção ou modernização das infra-estruturas rodo-ferroviárias de acesso aos portos de mar, com particular prioridade às acessibilidades do porto de Sines (p. 79) – não fizeram;

• Privatização da TAP (p. 79) – não fizeram;

• Reforço dos mecanismos de concorrência e de abertura dos sectores de electricidade e gás natural (p. 103) – não fizeram; pelo contrário, levaram a cabo uma política exactamente oposta, apostando na criação de um grande “campeão nacional” na área da electricidade e do gás, modelo esse prejudicial à concorrência, tanto que foi – inclusivamente – chumbado pelas autoridades comunitárias da concorrência, o que deixou um imbróglio enorme no sector, que o actual Governo resolveu, aumentando a concorrência entre os vários players;

• Avaliação do desempenho das escolas, com publicitação dos resultados e criação de um sistema de distinção do mérito e de apoio às que demonstrem maiores carências (p. 109) – não fizeram;

• Promoção do ensino tecnológico e do ensino profissional (p. 110) – não fizeram; o actual Governo é que, pela primeira vez em décadas, apostou forte no ensino profissional e nos cursos tecnológicos, designadamente através do programa Novas Oportunidades, tendo aumentado exponencialmente o n.º de cursos e de alunos;

• Criação de condições para a modernização e profissionalização da gestão dos estabelecimentos de ensino, simplificando processos, clarificando responsabilidades e prestigiando a figura do Director de Escola (p. 111) – não fizeram; o actual Governo é que aprovou um novo modelo de gestão e autonomia das escolas;

•Criação de uma rede na Internet exclusiva dos professores para apoio e interacção (p. 111) – não fizeram; o actual Governo é que criou programas com vista à informatização das actividades dos professores (designadamente, o e-professor);

• Reforço da componente pedagógica dos Estatutos da Carreira Docente do Ensino Superior (p. 117) – não fizeram; o actual Governo é que aprovou novos Estatutos da Carreira Docente Universitária e Politécnica;

• Término, com carácter de urgência, das listas de espera de cirurgias e de consultas (p. 153) – não conseguiram;

• Política que promova a expansão do mercado de genéricos, a prescrição por Denominação Comum Internacional(DCI) e a afirmação de uma política de venda de medicamentos por doses ajustadas aos cuidados necessários (p. 156) – não expandiram significativamente o mercado de genéricos e não adoptaram a prescrição por DCI, nem a unidose;

• Cconcretização de uma reforma global, faseada, coerente e articulada da segurança social (p. 164) – não fizeram; o actual Governo é que procedeu à reforma da segurança social, garantindo a sua sustentabilidade;

• Transformação gradual do financiamento directo às Instituições Particulares de Solidariedade Social em financiamento directo às famílias beneficiárias, segundo critérios de equidade social (p. 166) – curiosamente, é exactamente o oposto do que Manuela Ferreira Leite diz agora que deve ser feito;

• Definição e execução de uma política diferenciada para a chamada 4.ª idade, em articulação estreita com a política de saúde e estimulando a oferta de cuidados de longa duração para idosos dependentes (p. 167) – não fizeram; o actual Governo é que criou a Rede de Cuidados Continuados Integrados;

• Elaboração do Programa Nacional de Política de Ordenamento do Território (PNPOT) (p. 184) – não fizeram; só na actual legislatura é que foi aprovado o PNPOT;

• Constituição de uma base normativa em que uniformize os regimes das áreas da Reserva Ecológica Nacional, dos Corredores Ecológicos, Áreas Protegidas, Zonas de Protecção Especial, Rede Natura e espaços florestados de protecção, de modo a constituir a base normativa de uma Rede Ecológica Nacional (p. 187) – não fizeram; o actual Governo é que aprovou o Regime Jurídico da Conservação da Natureza e da Biodiversidade, servindo de enquadramento normativo a todos os referidos regimes jurídicos parcelares;

• Promoção de uma reforma dos regimes jurídicos aplicáveis ao litoral (p. 187) – não fizeram;

• Conclusão do enquadramento jurídico geral relativo a águas (lei da Água) (p. 187) – não fizeram; o actual Governo é que aprovou a Lei-Quadro da Água e respectivos diplomas regulamentadores.