quinta-feira, 13 de setembro de 2012

O Governo falhou e os portugueses é que pagam
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Eurico Dias comenta novas medidas de austeridade
Seguro sobre o alargamento do prazo da troika (11.10.2011)
1. O Ministro das Finanças acaba de anunciar que o Governo falhou o objetivo do défice de 4,5% em 2012. Apesar de todos os sacrifícios dos portugueses, o Governo errou nas políticas e falhou aquele que era o seu principal objectivo.
E o Ministro não contou a história toda. Do que se percebe, o défice a apresentar será de 5%, contando para tal com cativação de despesas de 375M€, licenças de 4g de 272M€, valor real dos juros 410 M€ abaixo do inscrito e outras medidas não especificadas. Quer isto dizer que o défice real de 2012 será de cerca de 6%.
Registe-se que as medidas explicitadas pelo Ministro das Finanças (cativação de despesas, licenças de 4g e valor real dos juros) correspondem exatamente às rubricas que o PS tinha identificado como folgas existentes no OE2012. Só nestas rubricas estão mais de 1.000 M€, o que corresponde a um subsídio dos reformados e dos funcionários públicos que poderia, e deveria ter sido, reposto pelo Governo. Hoje é o dia em que os Portugueses têm a prova de que o PS estava certo na análise do OE2012 e que era possível ter evitado o corte de um subsídio.
2. Outra das novidades de hoje é que vai haver mais tempo para o ajustamento. Como o PS sempre disse que era possível e que o Governo sempre rejeitou. Mais tempo sem ser necessário mais dinheiro. Como o Secretário-Geral do PS tem reclamado desde Novembro de 2011 e que o Primeiro Ministro dizia impossível. Ainda em Maio passado, num debate no Parlamento o Primeiro Ministro dizia:
"…quando se diz que o programa dura três anos, há um envelope financeiro que é destinado a esses países que não se podem financiar para viverem durante esses três anos. Se Portugal pedisse mais um ano, teria de pedir mais dinheiro, porque não tem acesso aos mercados." A realidade desmentiu categoricamente o Primeiro Ministro.
Este mais tempo significa hoje, infelizmente, mais sacrifícios para os portugueses. Portugal tem hoje mais tempo porque o Governo falhou e não foi capaz de cumprir em 2012. Mais tempo deveria significar menos austeridade, se defendido há um ano, e acaba por significar a necessidade de mais austeridade para compensar a derrapagem do Governo.
Por outro lado, não se compreende como é que a nova meta orçamental para 2014 é de 2,5%. Se a Espanha e a Irlanda conseguiram que o défice para 2014 fosse de 3% qual é a razão para eu Portugal não consiga o mesmo e porque não se bateu o Governo português pelo princípio da igualdade de tratamento entre Estados-membros.
3. O Governo aplicou uma receita que falhou e agora insiste na receita. O Ministro das Finanças diz que “a estratégia definida é a apropriada” mas o que os portugueses sabem é que esta estratégia levou a mais desemprego, menos economia, mais falência, mais défice e mais dívida.
O Governo só tem austeridade para oferecer aos portugueses e tal só agrava a espiral recessiva. No Pontal em 14 de Agosto o Primeiro Ministro dizia “Nós já estamos a colher os resultados e essa é a razão porque 2013 não vai ser um ano de recessão" mas hoje, menos de mês depois, o Ministro das Finanças revela a triste realidade.
Para 2013 prevê-se agora uma recessão de 1% e as medidas que são dadas a conhecer aos portugueses vão no sentido errado: mais aumento de impostos, cortes nas pensões, cortes adicionais na educação e na Saúde. Pagam sempre os mesmos.
4. Como disse o Secretário-Geral do PS no passado Domingo
“No entanto o PM insiste na sua receita de austeridade e mais austeridade. Insiste na política que se tem revelado um fracasso. Assim não vamos lá.”
“Quando o PM opta por estas medidas não pode ignorar o que o PS tem dito nem a consequência que isso terá na votação que faremos do OE para 2013.”
“Este não é o nosso caminho. O PS não pode pactuar com um caminho que discorda e que tem combatido. Assim não!” “Quero afiançar aos portugueses que não somos, nem seremos cúmplices das opções políticas erradas do atual Governo.”

segunda-feira, 27 de agosto de 2012

quinta-feira, 16 de agosto de 2012

Rentrée Política do Partido Socialista


Car@ Camarada,
O Partido Socialista marcou a sua rentrée política para o próximo dia 2 de Setembro, domingo, às 12:00h, no ÉVORA HOTEL, na cidade de Évora.
A rentrée coincide com o encerramento da Universidade de Verão do nosso partido, na qual o Secretário-Geral do PS fará uma intervenção política.
Gostaríamos de contar com a sua presença neste acto político que marca o início de um novo ano político para a família socialista e para os portugueses que acreditam numa alternativa responsável.

Saudações Socialistas

sexta-feira, 27 de julho de 2012

Câmara Muncipal aprova parecer desfavorável em relação à extinção de freguesias

Notícia: Jornal Torrejano, Edição nº 832 de 27-07-2012 Sociedade

Alcanena: Câmara aprovou parecer sobre reforma administrativa

O executivo municipal de Alcanena aprovou, por unanimidade, um parecer sobre a reforma administrativa respeitante à fusão de freguesias, parecer esse que defende o actual mapa com as 10 autarquias que são autónomas há muitas décadas, algumas há séculos, no caso das que pertenciam ao concelho de Torres Novas. A proposta foi apresentada pela maioria socialista em reunião de câmara e o executivo justifica o parecer com a mesma argumentação utilizada na moção aprovada em Novembro de 2011, de contestação à lei: ”A proposta do governo sofreu alguns ajustes, mas as questões essenciais mantêm-se. As considerações são, por isso, actuais”, disse Hugo Santarém, vereador do PS.
O autarca lembrou que todas as assembleias de freguesia tomaram posições desfavoráveis à aplicação da lei no concelho de Alcanena, predominantemente rural, ficando o parecer da câmara, assim, muito mais sustentado. Hugo Santarém disse ainda, para que o município se pronunciasse favoravelmente à extinção de freguesias, teriam de ser as próprias freguesias a tomarem essa iniciativa. Por outro lado, defende, a proposta de agregação de freguesias não representa, em seu entender, factor de coesão social, nem melhorará a prestação do serviço público, ficando penalizadas as populações. A proposta vai agora ser enviada à assembleia municipal.








terça-feira, 3 de julho de 2012

Encerramento Congresso Federação


FONTE: O RIBATEJO, 2/7/2012

O novo presidente do PS Ribatejo António Gameiro afirmou que “vencer as próximas eleições autárquicas é um imperativo para o PS neste distrito” e assume o desafio de “libertar Santarém da gestão desastrosa do PSD na Câmara”.
O novo líder distrital do Partido Socialista falava no encerramento da Convenção Distrital da Federação do PS de Santarém que juntou durante todo o dia de sábado cerca de 200 congressistas no Teatro Sá da Bandeira em Santarém.
O encerramento do congresso distrital contou com a participação de António Galamba, em representação do Secretariado Nacional do Partido Socialista, que mostrou conhecer bem o território do distrito de Santarém, deixando algumas farpas aos adversários políticos à esquerda e à direita. Criticou a “incoerência do Bloco de Esquerda que à frente da Câmara de Salvaterra de Magos tem uma atuação que vai contra tudo o que o BE defende a nível nacional, como por exemplo as corridas de touros”, disse o dirigente nacional do PS. Deixou também críticas a moita Flores, “autarca a meio-tempo que depois do trabalho que deixou aqui em Santarém já está dosponível e a caminhode outro concelho”. Criticou também Miguel Relvas que, como ministro, se está a portar como os arrependidos, atacando o poder local e as regiões de turismo, esquecendo as suas responsabilidades como autarca – é presidente da assembleia municipal de Tomar e é ex-presidente da Região de Turismo dos Templários”.
Ao longo do dia de trabalho, os congressistas elegeram os novos órgãos federativos distritais com destaque para a Comissão Política da Federação Distrital, e debateram e aprovaram a moção apresentada pelo presidente do PS Ribatejo António Gameiro.
No balanço da jornada de trabalho, António Gameiro disse que “num momento em que as críticas aos partidos e aos políticos abundam, em que acusam os militantes partidários de passarem ao lado da realidade, demos aqui uma importante lição de civismo e de dedicação à causa pública. Assumimos a nossa condição de políticos, de cidadãs e cidadãos que não se resignam e querem participar na definição do futuro de todos”.
“Vencer as próximas eleições autárquicas é um imperativo para o PS neste distrito, somos o maior partido deste distrito e aquele que todos os ribatejanos têm como referência de desenvolvimento, de crescimento e de defesa dos seus interesses” declarou o líder socialista distrital. O PS já governou 15 das 21 camaras municipais desde 1977.
“Mas não é só o nosso legado histórico que nos obriga a vencer estas eleições. A situação que hoje se vive em Portugal é grave, fruto de uma conjuntura económica imprevisível e de efeitos devastadores, agravada pela ação de um governo de direita que esta a levar a cabo o maior ataque ao Estado de que há memória desde 1974”, sublinho António Gameiro. “A uma crise económica e financeira, a actual maioria o PCP e O BE, decidiram o ano passado juntar uma crise política com o único propósito de ganhar o poder e atacar o PS e disfrutar de uma oportunidade histórica para atacar o Estado, as instituições públicas, os funcionários públicos e fazer o que melhor sabe: desmantelar os serviços públicos e oferecer chorudos negócios aos seus parceiros privados”.
Por isso, adianta, “ é tão importante o combate autárquico de 2013, é a nossa grande oportunidade de fazer frente, nas urnas, a este Governo. De demonstrar o óbvio, que o país não aguenta mais estas políticas e que outro caminho é possível”. Mas há uma outra razão pela qual, para António Gameiro, “é muito importante este combate eleitoral e é a dimensão humana da gestão autárquica do PS, ainda mais evidente no nosso distrito, hoje, mais do que nunca o papel do PS no poder local é fundamental, sendo esse o último reduto que os nossos eleitores têm, para inverter o sentido das actuais políticas. Seremos irredutíveis na defesa da escola pública, da saúde pública e da proteção social”.
O dirigente do PS Ribatejo prometeu “lutar contra o ataque a coesão do território que está em prática. Há uma coisa de que não podemos acusar o actual governo: a de ter uma agenda escondida neste domínio. A agenda é clara e conhecida: destruir o poder local, punir as populações e reforçar o centralismo do estado”. António Gameiro considera que a “extinção das freguesias numa lógica aritmética sem sentido é apenas uma das faces desta campanha. Reparem que não contentes com a extinção das freguesias, muitas vezes o maior elo de ligação entre os cidadãos e o estado, num processo surdo às opiniões das pessoas, agora enfrentamos o encerramento dos tribunais, das repartições de finanças, dos serviços de saúde, das escolas, afastando cada vez mais os serviços das pessoas, num processo que desertifica e multiplica as desigualdades sociais”.
Apontou o caso do nosso distrito, “em Mação ou em Ferreira do Zêzere, em que vamos obrigar as populações a saírem do seu Concelho, muitas vezes sem ligações de transporte público sequer, para testemunharem no tribunal, ou a terem agora que fazer um verdadeiro excursionismo de urgências hospitalares entre Abrantes, Torres Novas e Tomar, algumas das vezes com passagem por Leiria ou Santarém, ou os graves casos das extensões médicas um pouco por todo o Distrito”.
Recordou ainda “o ano de 2011 em que esta maioria de direita, aliada à esquerda parlamentar, chumbou o PEC IV gritando aos 4 ventos que era inadmissível e que trazia austeridade, recordo o que eles disseram, de que não havia mais espaço para sacrifícios, que não podia haver mais aumento de impostos, que devia proteger as famílias, promover o emprego, cortar nas gorduras do estado e praticar uma nova forma de fazer política. Um ano depois o desemprego aumentou 20 % e o Governo assobia para o lado e cria grupos de trabalho para estudar o assunto, convida os jovens a emigrar para poupar dinheiro ao estado e ainda lhes diz que estarem desempregados é uma oportunidade de mudança”.
António Gameiro disse que “o tão propalado financiamento à economia não existe, as falências disparam, o governo desinveste, cancela obras, castiga o interior, asfixia a economia. Um ano depois, assistimos a um aumento sem precedentes nos impostos, nos custos da energia, dos combustíveis, das taxas moderadoras, dos transportes, e m muitos mais serviços. E também a cortes, nos subsídios de desemprego, nas bolsas de estudo, nos subsídios de férias, e nos apoios sociais.
Este é o Governo da austeridade pela austeridade, do fanatismo pelo controlo orçamental sem se preocupar com os efeitos na actividade económica, do seguidismo das políticas de contenção orçamental e o governo que não nos sabe defender nas instâncias internacionais. Este é o governo que olha mais para Berlim que para os portugueses, que não se importa de matar a sua classe media para que o Ministro das Finanças faça boa figura nas reuniões do ECOFIN, que nos vendeu o eldorado da bonança depois da tempestade, de que os portugueses têm de ser mais pobres e habituarem-se a sofrer. Mas que tipo de governantes é que defende o empobrecimento das suas gentes?”, questiona o lider socialista.
Nesta matéria, Gameiro deu “publicamente os parabéns ao António José Seguro. Tudo o que ele disse no último ano esta a acontecer na Europa e as conclusões da Cimeira Europeia de ontem bem o demonstram. Apesar da actual maioria o ter sempre negado, o fato é que a união Europeia tem de auxiliar os seus Estados, com a possibilidade da compra direta de divida pelo Banco Central Europeu”.
A terminar, António Gameiro denunciou “o que tem sido a gestão municipal do PSD em Santarém, uma vergonha! Aumentaram a dívida do Município de 40 milhões de euros para 99 milhões de euros, sem se ter percebido com base em que obras ou benfeitorias para os escalabitanos. Vergonha maior, porque o anterior presidente do PSD decidiu sair de baixinho e sem se dar por ela”. O dirigente do PS distrital questiona “que gestão municipal é esta que o presidente sai e não sai, e quem fica, não fica com os poderes legais e institucionais de gerir aquela casa? Como é possível confiar nesta maioria PSD, se nem nestas pequenas coisas são capazes de se entender e de bem gerir! Porque vergonha estão a fazer passar o povo deste concelho de Santarém”. Por isso, Gameiro considera que “temos de apresentar uma candidatura de gente madura e experiente, de gestão e juventude, de audácia e sentido de responsabilidade, para que de facto Santarém seja libertada desta desastrosa gestão do PSD”.

Fonte: O Ribatejo online







segunda-feira, 2 de julho de 2012

CONVOCATÓRIA

Caros e Caras Camaradas,

Membros da Comissão Política Concelhia do PS Alcanena

CONVOCATÓRIA

Nos termos dos Estatutos do Partido Socialista convoco os Membros da Comissão Política Concelhia de Alcanena para o próximo dia 5 de Julho, quinta-feira, pelas 21h00, na sede do PS Alcanena, com a seguinte Ordem de Trabalhos:

1. Eleição da Mesa da Comissão Política;

2. Eleição do Secretariado;

3. Análise da situação política;

4. Outros assuntos.

O Presidente da Comissão Política Concelhia de Alcanena
Hugo Santarém