quinta-feira, 8 de novembro de 2012
segunda-feira, 5 de novembro de 2012
Convocatória Comissão Política
Caros e Caras Camaradas,
Membros da Comissão Política Concelhia do PS Alcanena
CONVOCATÓRIA
Nos termos dos Estatutos do Partido Socialista convoco os Membros da Comissão Política Concelhia de Alcanena para o próximo dia 7 de Novembro, quarta-feira, pelas 19h00, na sede do PS Alcanena, com a seguinte Ordem de Trabalhos:
1-Informações;
2-Análise Situação Política.
O Presidente da Comissão Política Concelhia de Alcanena
Hugo Santarém
Membros da Comissão Política Concelhia do PS Alcanena
CONVOCATÓRIA
Nos termos dos Estatutos do Partido Socialista convoco os Membros da Comissão Política Concelhia de Alcanena para o próximo dia 7 de Novembro, quarta-feira, pelas 19h00, na sede do PS Alcanena, com a seguinte Ordem de Trabalhos:
1-Informações;
2-Análise Situação Política.
O Presidente da Comissão Política Concelhia de Alcanena
Hugo Santarém
segunda-feira, 29 de outubro de 2012
Camaradas,
O Departamento Federativo das Mulheres Socialistas de Santarém está a organizar uma campanha de recolha de brinquedos, roupas e material escolar, para oferecer à Casa da Criança, em Ourém, que acolhe meninas a partir dos 5 anos.
Para atingir este objetivo, contamos com a colaboração de todas as Concelhias, na divulgação desta campanha, bem como na participação ativa, no que toca à mobilização de todos os militantes e cidadãos de boa vontade, na oferta dos bens
A recolha dos bens ofertados decorrerá nas Concelhias e/ou na Sede da Federação em Santarém, a partir do dia 3 de dezembro.
Contamos com a colaboração de todos, para que as meninas da Casa da Criança tenham um Natal com mais alegria!
Saudações Socialistas
DFMSS
Fed.Santarem
O Departamento Federativo das Mulheres Socialistas de Santarém está a organizar uma campanha de recolha de brinquedos, roupas e material escolar, para oferecer à Casa da Criança, em Ourém, que acolhe meninas a partir dos 5 anos.
Para atingir este objetivo, contamos com a colaboração de todas as Concelhias, na divulgação desta campanha, bem como na participação ativa, no que toca à mobilização de todos os militantes e cidadãos de boa vontade, na oferta dos bens
A recolha dos bens ofertados decorrerá nas Concelhias e/ou na Sede da Federação em Santarém, a partir do dia 3 de dezembro.
Contamos com a colaboração de todos, para que as meninas da Casa da Criança tenham um Natal com mais alegria!
Saudações Socialistas
DFMSS
Fed.Santarem
terça-feira, 23 de outubro de 2012
quinta-feira, 13 de setembro de 2012
PS contra mais sacrifÍcios
O Sr. Primeiro Ministro surpreendeu, mais uma vez, os portugueses.
O PS opõe-se ao conjunto destas medidas e ao que elas significam. Estas medidas ultrapassam todos os limites admissíveis.
Na prática, os reformados e os funcionários públicos ficam sem os dois salários ou pensões que já lhes tinham sido cortados este ano, e os trabalhadores do sector privado ficam sem o equivalente a um salário, o que se traduz, efetivamente, num aumento de impostos.
É mais do mesmo sobre os mesmos. Mais sacrifícios sobre os trabalhadores e os reformados. Não podem ser os trabalhadores a pagar a crise. Já vivemos no limiar das possibilidades e é insuportável mais carga fiscal e mais encargos.
Os portugueses este ano estão a fazer enormes sacrifícios e o que se sabe é que o Governo falhou as metas a que se tinha proposto. Ainda hoje o INE confirmou este falhanço do Governo. A que propósito se insiste no erro e em políticas que reforçam a espiral recessiva e levam a menos economia e mais desemprego?
Parece que a única preocupação do Governo continua a tentar ser um bom aluno da Troika, sem iniciativa ou capacidade para propor qualquer alternativa.
Os portugueses ficam com a certeza que o Primeiro Ministro e o Governo nada mais têm para oferecer do que uma política de austeridade. Esta é a sua política. Austeridade sobre austeridade, custe o que custar. Este governo não tem política económica, como não tem política europeia nem vestígios de sensibilidade social.
E os resultados a que assistimos só têm uma causa: a obsessão pela austeridade que agora se pretende reforçar. A espiral recessiva alimenta uma pretensa necessidade de novas medidas que, por sua vez, só alimentam o problema. É tempo de dizer Basta.
Há outro caminho. A prioridade deve ser o crescimento e o emprego e o Governo tinha obrigação de negociar mais tempo, para um ajustamento mais sustentável, que os portugueses suportassem e que promovesse a competitividade do país.
Hoje, como sempre no último ano, o Governo agiu sem ter em conta as propostas do PS e a voz de tantos portugueses que alertam para a necessidade de uma política alternativa. Também aqui o Governo cometeu um grave erro político.
O Governo falhou e os portugueses é que pagam
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Eurico Dias comenta novas medidas de austeridade
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Seguro sobre o alargamento do prazo da troika (11.10.2011)
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1. O Ministro das Finanças acaba de anunciar que o Governo falhou o objetivo do défice de 4,5% em 2012. Apesar de todos os sacrifícios dos portugueses, o Governo errou nas políticas e falhou aquele que era o seu principal objectivo.
E o Ministro não contou a história toda. Do que se percebe, o défice a apresentar será de 5%, contando para tal com cativação de despesas de 375M€, licenças de 4g de 272M€, valor real dos juros 410 M€ abaixo do inscrito e outras medidas não especificadas. Quer isto dizer que o défice real de 2012 será de cerca de 6%.
Registe-se que as medidas explicitadas pelo Ministro das Finanças (cativação de despesas, licenças de 4g e valor real dos juros) correspondem exatamente às rubricas que o PS tinha identificado como folgas existentes no OE2012. Só nestas rubricas estão mais de 1.000 M€, o que corresponde a um subsídio dos reformados e dos funcionários públicos que poderia, e deveria ter sido, reposto pelo Governo. Hoje é o dia em que os Portugueses têm a prova de que o PS estava certo na análise do OE2012 e que era possível ter evitado o corte de um subsídio.
2. Outra das novidades de hoje é que vai haver mais tempo para o ajustamento. Como o PS sempre disse que era possível e que o Governo sempre rejeitou. Mais tempo sem ser necessário mais dinheiro. Como o Secretário-Geral do PS tem reclamado desde Novembro de 2011 e que o Primeiro Ministro dizia impossível. Ainda em Maio passado, num debate no Parlamento o Primeiro Ministro dizia:
"…quando se diz que o programa dura três anos, há um envelope financeiro que é destinado a esses países que não se podem financiar para viverem durante esses três anos. Se Portugal pedisse mais um ano, teria de pedir mais dinheiro, porque não tem acesso aos mercados." A realidade desmentiu categoricamente o Primeiro Ministro.
Este mais tempo significa hoje, infelizmente, mais sacrifícios para os portugueses. Portugal tem hoje mais tempo porque o Governo falhou e não foi capaz de cumprir em 2012. Mais tempo deveria significar menos austeridade, se defendido há um ano, e acaba por significar a necessidade de mais austeridade para compensar a derrapagem do Governo.
Por outro lado, não se compreende como é que a nova meta orçamental para 2014 é de 2,5%. Se a Espanha e a Irlanda conseguiram que o défice para 2014 fosse de 3% qual é a razão para eu Portugal não consiga o mesmo e porque não se bateu o Governo português pelo princípio da igualdade de tratamento entre Estados-membros.
3. O Governo aplicou uma receita que falhou e agora insiste na receita. O Ministro das Finanças diz que “a estratégia definida é a apropriada” mas o que os portugueses sabem é que esta estratégia levou a mais desemprego, menos economia, mais falência, mais défice e mais dívida.
O Governo só tem austeridade para oferecer aos portugueses e tal só agrava a espiral recessiva. No Pontal em 14 de Agosto o Primeiro Ministro dizia “Nós já estamos a colher os resultados e essa é a razão porque 2013 não vai ser um ano de recessão" mas hoje, menos de mês depois, o Ministro das Finanças revela a triste realidade.
Para 2013 prevê-se agora uma recessão de 1% e as medidas que são dadas a conhecer aos portugueses vão no sentido errado: mais aumento de impostos, cortes nas pensões, cortes adicionais na educação e na Saúde. Pagam sempre os mesmos.
4. Como disse o Secretário-Geral do PS no passado Domingo
“No entanto o PM insiste na sua receita de austeridade e mais austeridade. Insiste na política que se tem revelado um fracasso. Assim não vamos lá.”
“Quando o PM opta por estas medidas não pode ignorar o que o PS tem dito nem a consequência que isso terá na votação que faremos do OE para 2013.”
“Este não é o nosso caminho. O PS não pode pactuar com um caminho que discorda e que tem combatido. Assim não!” “Quero afiançar aos portugueses que não somos, nem seremos cúmplices das opções políticas erradas do atual Governo.”
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