sexta-feira, 25 de setembro de 2015
terça-feira, 15 de setembro de 2015
Legislativas 2015: Candidatos do PS Visitam Alcanena amanhã
Legislativas 2015
A candidatura do Partido Socialista pelo círculo de Santarém, à Assembleia da República, liderados por Vieira da Silva, fazem uma visita de trabalho ao Concelho de Alcanena amanhã, dia 16 de Setembro.
Confira aqui o programa do dia.
A candidatura do Partido Socialista pelo círculo de Santarém, à Assembleia da República, liderados por Vieira da Silva, fazem uma visita de trabalho ao Concelho de Alcanena amanhã, dia 16 de Setembro.
Confira aqui o programa do dia.
terça-feira, 7 de julho de 2015
Nota de Pesar pelo falecimento de Maria Barroso
A Concelhia do Partido Socialista de Alcanena manifesta a sua mais profunda emoção e consternação pelo falecimento da nossa camarada, fundadora e militante nº 6, Maria de Jesus Simões Barroso Soares, perda irreparável para o PS e para o Pais, uma mulher de combate, com uma atividade incansável em prol dos seus ideais e das suas convicções.
terça-feira, 23 de junho de 2015
Comunicado - Grupo Hospitalar do Ribatejo
Grupo Hospitalar do Ribatejo
Comunicado da Comissão Política do PS Alcanena
Comunicado da Comissão Política do PS Alcanena
No seguimento da intenção do Governo na junção do Centro Hospitalar do Médio Tejo com o Hospital de Santarém, constituindo o grupo hospitalar do Ribatejo, decisão que não teve, até à data, o envolvimento de todos os autarcas da região, permanecendo no desconhecimento das autarquias o estudo que esteve na base do processo e desconhecendo-se as consequências que tal fusão representará nas populações abrangidas e na qualidade da prestação dos cuidados de saúde a todas e todos, acesso fundamental e constitucional que deverá ser preservado, a Comissão Política Concelhia do PS Alcanena, reunida ontem, 22/6/2015, manifesta enorme preocupação em relação a esta matéria e à forma como vem sido gerida, solicitando a disponibilização aos autarcas da região de todos os documentos necessários a uma informação e esclarecimento das populações.
Recentemente, um estudo do Observatório Português dos Sistemas de Saúde, veio identificar lacunas na prestação dos serviços de saúde em Portugal, dando conta que faltam enfermeiros, da má distribuição do médicos, com prejuízo para as regiões não urbanas, que as taxas moderadoras são elevadas, o que têm afastado os doentes, e que as camas nos hospitais públicos continuam a diminuir, quando têm aumentado no privado, com elevados constrangimentos nas urgências.
É esse o estado da saúde que os cidadãos têm sentido. Mais uma decisão neste sentido e desta importância, que possa aumentar as lacunas identificadas e agravar outras, fragilizando cada vez mais o Serviço Nacional de Saúde, não deve ser tomada forma repentina e sem a devida ponderação, eventualmente pela pressão da proximidade às eleições legislativas.
O afastamento da Saúde das populações tem de obrigar a uma reflecção muito cuidada e responsável, afastamento que, no caso das populações do Médio Tejo, é já agravado pelas deslocações constantes de doentes e famílias entre as diferentes unidades hospitalares.
Recentemente, um estudo do Observatório Português dos Sistemas de Saúde, veio identificar lacunas na prestação dos serviços de saúde em Portugal, dando conta que faltam enfermeiros, da má distribuição do médicos, com prejuízo para as regiões não urbanas, que as taxas moderadoras são elevadas, o que têm afastado os doentes, e que as camas nos hospitais públicos continuam a diminuir, quando têm aumentado no privado, com elevados constrangimentos nas urgências.
É esse o estado da saúde que os cidadãos têm sentido. Mais uma decisão neste sentido e desta importância, que possa aumentar as lacunas identificadas e agravar outras, fragilizando cada vez mais o Serviço Nacional de Saúde, não deve ser tomada forma repentina e sem a devida ponderação, eventualmente pela pressão da proximidade às eleições legislativas.
O afastamento da Saúde das populações tem de obrigar a uma reflecção muito cuidada e responsável, afastamento que, no caso das populações do Médio Tejo, é já agravado pelas deslocações constantes de doentes e famílias entre as diferentes unidades hospitalares.
22/6/2015
A Comissão Política Concelhia
PS Alcanena
A Comissão Política Concelhia
PS Alcanena
terça-feira, 16 de junho de 2015
quinta-feira, 28 de maio de 2015
VOTE NO PROGRAMA PARTICIPATIVO DE GOVERNO
http://canalaberto.pt
"Ao longo dos últimos meses tenho andado no terreno a defender as ideias do Partido Socialista e a ouvir os cidadãos no âmbito da preparação do programa do próximo Governo de Portugal. Este é um programa que tem que ser construído com a participação de todos aqueles que acreditam no PS e nos seus princípios. Gostaria, por isso, de conhecer a sua opinião sobre alguns temas específicos nos quais poderá votar até ao dia 2 de Junho em http://canalaberto.pt
A opinião de todos os militantes é importante para o PS poder escolher as melhores soluções para os problemas nacionais.
Abraço fraterno,
António Costa"
terça-feira, 28 de abril de 2015
Cenário Macroeconómico: Uma década para Portugal
›› Veja aqui a apresentação.
›› Veja aqui o relatório.

Confiança, alternativa, inovação, dignidade e rigor são cinco substantivos que sintetizam a essência do cenário macroeconómico apresentado pelos economistas independentes e que dará forma ao programa de um futuro governo socialista. Um compromisso avaliado, testado e credível.
›› Veja aqui o relatório.
Relatório do Cenário Macroeconómico
Uma década para Portugal

Confiança, alternativa, inovação, dignidade e rigor são cinco substantivos que sintetizam a essência do cenário macroeconómico apresentado pelos economistas independentes e que dará forma ao programa de um futuro governo socialista. Um compromisso avaliado, testado e credível.
Esta a ideia sublinhada pelo secretário-geral, António Costa, numa conferência de Imprensa na qual esclareceu que o cenário macroeconómico “não é a bíblia”, nem os economistas liderados por Mário Centeno “são os apóstolos”, mas o relatório é uma “etapa” para a concretização do programa eleitoral, a ser conhecido a 6 de junho. "Estas medidas inspiram e vão motivar a elaboração do programa do Governo e não posso antecipar a avaliação que os órgãos do PS farão do conjunto deste relatório [cenário macroeconómico]", vincou, acrescentando que o relatório apresentado por Mário Centeno “não cobre todas as áreas do Governo”, já que dele não constam medidas em sectores como a Defesa Nacional ou a Segurança Interna.
“Nem sequer tem medidas sobre todas as áreas económicas. Este relatório define um quadro macroeconómico, que nós respeitaremos, e é dentro desse quadro que trabalharemos na elaboração do programa do Governo”, declarou.
Depois, considerou que o principal desafio que está colocado no debate democrático reside na credibilização dos compromissos políticos assumidos.
Neste ponto, esclareceu que, ao convidar um grupo de economistas para elaborar um cenário macroeconómico para os próximos quatro anos, o PS quer também credibilizar as suas propostas, “reforçando assim a confiança dos cidadãos na escolha da alternativa apresentada”.
O líder socialista defendeu depois que os portugueses estão cansados da ideia de serem governados por modelos macroeconómicos, sendo por isso fundamental acabar com essa visão do mundo e “reafirmar o primado da política”.
“Mas reafirmar o primado da política não significa desprezar o valor do rigor e o valor da sustentabilidade das políticas a apresentar, assim como a seriedade dos compromissos assumidos”, alertou, lembrando que “o programa de Governo que apresentaremos a 6 de junho tem ainda de passar pelo teste deste modelo operacional de simulação e de avaliação das políticas a propor”.
Na apresentação do relatório, António Costa defendeu igualmente a ideia de que o estudo apresentado prova que “há alternativa às políticas que têm sido prosseguidas e que é possível virar a página da austeridade”.
"Este relatório demonstra que, com outras políticas e virando a página da austeridade, é possível obter melhores resultados económicos e melhores resultados quer do ponto de vista orçamental, quer ao nível da trajetória da dívida. O final deste exercício [2019] demonstra que o país pode crescer a uma média de 2,6%, alcançando um défice final de 0,9 e tendo um rácio da dívida no PIB (Produto Interno Bruto) melhor do que aquele que está previsto”, sustentou.
A concluir, o secretário-geral do PS reafirmou não haver razões para continuar a prosseguir “políticas erradas que têm produzido resultados errados”.
“Neste relatório não está previsto nenhum novo corte das pensões, assim como não está previsto que seja necessário esperar pelo final da próxima legislatura para eliminar a sobretaxa do IRS ou para a reposição integral dos vencimentos dos trabalhadores do sector público. É preciso acelerar
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