quinta-feira, 9 de março de 2017

FERNANDA ASSEICEIRA É CANDIDATA À CÂMARA MUNICIPAL


FERNANDA ASSEICEIRA DESIGNADA CANDIDATA DO PS À CÂMARA MUNICIPAL DE ALCANENA
A comissão Política Concelhia do PS Alcanena, reunida no dia 7 de Março de 2017, aprovou por unanimidade e aclamação, de pé, a candidatura de Fernanda Asseiceira às próximas eleições autárquicas que decorrerão neste ano de 2017, onde se recandidatará à Presidência por mais 4 anos, assinalando, com a formalização da candidatura desta grande Mulher, da melhor maneira o Dia Internacional da Mulher, que...
se comemora hoje.
A relação ao simbolismo da data, associada à resiliência e luta das mulheres ao longo da História, é facilmente identificada pelos Municipes do Concelho de Alcanena ao longo deste ultimos 7 anos, onde a sua ação politica de trabalho e dedicação constante, tem permitido ao Concelho evoluir num sentido muito positivo, garantindo um projecto de verdadeiro desenvolvimento sustentável.
Com a regularização da muito dificil situação financeira da Câmara Municipal, temos assistido com grande satisfação à concretização de varios projetos há muito ambicionados em Alcanena e assistimos com grande espetactiva ao desenrolar dos próximos meses onde a realidade nos trará finalmente um novo Centro Escolar, um novo Mercado Municipal ou um novo Quartel da GNR.
Os frutos de uma estratégia muito bem preparada, com rigor e responsabilidade, iniciada em 2009, num projeto que defenimos para o Concelho de Alcanena a 12 anos, estão a ser colhidos diariamente, com grandes benefícios para a população do concelho de Alcanena a quem nos dedicamos diariamente.
Uma nova perspetiva para o nosso Concelho está em marcha e é visivel para todas e todos, alicerçada no trabalho de Fernanda Asseiceira e de muitas pessoas, de todos os quadrantes politicos, que têm trabalhado em conjunto na Câmara Municipal, na Assembleia Municipal ou nas Juntas de Freguesia, construindo verdadeiramente, juntos, o Futuro do Concelho de Alcanena.

sexta-feira, 3 de março de 2017

Convenção Autárquica para a Igualdade

Convenção Autárquica para a Igualdade :: 11 março 2017 – Centro Cultural de Belém, Lisboa

Mais Informações:
http://www.ps.pt/events/cidades-50-50-um-passo-decisivo-para-a-igualdade-convencao-autarquica-para-a-igualdade/

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2017

CPC Convocatória

Comissão Política Concelhia do PS Alcanena
CONVOCATÓRIA
Membros da Comissão Política Concelhia do PS Alcanena
Convoco os Membros da Comissão Política Concelhia de Alcanena para o dia 7 de Março 2017, terça feira, pelas 18.30h, na Sede do PS Alcanena.
 
O Presidente da Comissão Política Concelhia de Alcanena
Hugo Santarém

quinta-feira, 22 de dezembro de 2016


segunda-feira, 12 de dezembro de 2016

40 ANOS DO PODER LOCAL DEMOCRÁTICO



Nos 40 anos das primeiras eleições autárquicas


Na data em que se assinalam os 40 anos sobre a realização das primeiras eleições autárquicas da Democracia portuguesa (em 12 de Dezembro de 1976), o Partido Socialista saúda todos os autarcas eleitos nas Câmaras Municipais e Juntas de Freguesia nessa data fundadora do Poder Local Democrático.
Quarenta anos volvidos, é indiscutível que as autarquias locais constituíram uma das mais importantes alavancas para o progresso do país e para o bem-estar da população portuguesa e uma das conquistas mais queridas de todos os democratas.
O PS tem sabido estar sempre na linha da frente de todos os combates políticos no sentido do reforço e aprofundamento da descentralização política e administrativa, matéria que faz parte integrante e inalienável da sua identidade.
Este é um compromisso que mantém a sua plena atualidade, plasmado no programa e na prática do nosso partido e do atual Governo, com novos avanços e conquistas, visando o reforço das políticas de proximidade, que constituem um elemento central para a credibilização da prática política e do próprio regime democrático e da sua eficácia ao serviço das pessoas.
As eleições de 12 de Dezembro de 1976 ficaram também marcadas por uma grande vitória do Partido Socialista, numa primeira demonstração – que o futuro viria a confirmar – da sua profunda implantação local e da sua vocação autárquica.
Neste âmbito da celebração do poder local democrático, tenho muito gosto de anunciar que o PS irá promover, no início de 2017, no arranque de um ano em que voltaremos a ter pela frente uma importante batalha autárquica, uma cerimónia de homenagem aos presidentes de Câmara eleitos nas listas do Partido nas primeiras eleições autárquicas.
Ana Catarina Mendes
Secretária-Geral Adjunta do Partido Socialista


sexta-feira, 9 de dezembro de 2016

Continuamos na defesa da devolução das freguesias do Concelho de Alcanena

Médio Tejo | Autarcas pedem regresso do debate das freguesias a tempo de 2017 (c/vídeo)
Fonte: Claudia Gameiro, mediotejo.net
                                            
                


A presidente de Câmara de Alcanena, Fernanda Asseiceira, o presidente da junta de Gondemaria e Olival (Ourém), Fernando Ferreira, e o presidente da junta de Paialvo (Tomar), Luís Antunes, integraram o conjunto de autarcas que na segunda-feira, 5 de dezembro, foram ouvidos numa audição pública sobre o regime de reorganização territorial de freguesias na Assembleia da República (AR). Da parte dos autarcas do Médio Tejo ficou o apelo para que o debate regresse às assembleias municipais e de freguesia, a tempo de se definir ou não um novo traçado a tempo das eleições de 2017.
Na audição estiveram presentes autarcas de norte a sul do país, na sua maioria presidentes de junta e de assembleia de freguesia, mas também alguns presidentes de Câmara. Entre “casamentos forçados, divórcios à vista” e “podíamos ter ido mais além”, as opiniões divergiram quanto aos resultados práticos da reorganização de freguesias em 2013, argumentando-se a favor e contra, mas também se pedindo que se voltasse a debater o tema e se corrigissem alguns erros.
Esta foi a posição de Fernanda Asseiceira, acompanhada pelo presidente da assembleia municipal de Alcanena, Silvestre Pereira, a primeira dos autarcas do Médio Tejo a intervir. A presidente começou por lembrar que tanto o executivo como as assembleias municipal e das freguesias já se pronunciaram este ano sobre a reorganização administrativa, pedindo que o processo de agregação “fosse devolvido às populações”, para que haja uma “legitimação democrática local” do mesmo.
“Foi o que efetivamente faltou”, constatou Fernanda Asseiceira. “A nossa posição é esta”, salientou, que as assembleias municipais e de freguesia tenham a oportunidade de discutir a favor ou contra esta reorganização. E assim como em 2013, com eleições marcadas, houve tempo de modificar o quadro autárquico, “penso que em janeiro de 2017 ainda haverá tempo” de responder à posição das populações, terminou.
Já Fernando Ferreira, presidente de Gondemaria e Olival, no concelho de Ourém, que em 2013 ainda tentou uma providência cautelar, sem sucesso, contra a fusão, frisou que se foi ao “elo mais fraco”.
“Não tiveram coragem de eliminar concelhos, porque aí sim haveria poupança a sério”, salientou. “Acho que o poder central não tem noção do trabalho que é feito por uma junta de freguesia no meio rural”.
Afirmando que houve “desrespeito” pelas populações de Gondemaria e Olival, lembrou que as regras da reorganização administrativa mudaram a meio do processo, mantendo-se algumas freguesias e fundindo outras. “Espero que haja bom senso e que se dê uma oportunidades às assembleias de freguesia e municipais para se pronunciarem. Não está certo que sejam outros a decidirem por nós”, terminou.
Por fim, Luís Antunes, presidente da junta de Paialvo, concelho de Tomar, recordou a luta que a sua freguesia empreendeu para que mantivesse a sua estrutura. “Estamos solidários com os que não conseguiram”, salientou. “Está na hora de olharem para o poder local e não darem só responsabilidades, mas também condições”. “O presidente da junta está sempre a ser julgado, cara na cara, olhos nos olhos. Não pode falhar”, terminou, numa intervenção que foi aplaudida pelos presentes.
A Comissão de Ambiente, Ordenamento do Território, Descentralização, Poder Local e Habitação da AR pretendeu com esta audição avaliar se nas próximas eleições se retoma o anterior quadro administrativo, ou se se promove uma discussão mais lata e demorada sobre qual a melhor solução para o futuro das freguesias que foram fundidas.